terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Curso de Osteopatia e Tratamento da dor em Maceió

Vamos começar o ano de 2012 a todo vapor!!!

nos dias 21 e 22 estaremos em Maceió, ministrando o curso de Osteopatia.
Será um curso muito empolgante, onde introduziremos aos alunos os princípios básicos da Osteopatia e terão a oportunidade de praticar muitas técnicas, que com toda certeza serão levadas para o dia a dia de seus consultórios e clínica. E tenho toda certeza, que terão ótimos resultados em suas aplicações....

Quem promove esse curso é a Fisiolife -

www.conmov.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Método Kinesio Tape de Bandagem Funcional

Método Kinesio Taping de Bandagem Funcional
O método Kinesio taping, com a utilização de bandagens do tipo Kinesio Tape, foi desenvolvido pelo Dr. Kenzo Kase e pelo Dr. Murai, na década de 70, criando um método que pudesse habilitar ou reabilitar a ação motora sem limitar o movimento. A bandagem funcional do tipo Kinesio Tape proporciona a manipulação dos tecidos moles prolongando os benefícios da terapia manual.
A aplicação da bandagem Kinesio Tape reduz edemas e a dor de lesões musculares. Isto ocorre porque a dor causada pela pressão exercida nos receptores, sensoriais e neurológicos, é aliviada através das ondulações que a bandagem funcional promove, elevando a pele. Desta forma a circulação sanguínea e o sistema linfático fluem livremente.

Veja também curso de bandagem funcional
  
Indicações
Quadros álgico;
Lesões musculares;
Alterações posturais;
Edemas locais;
Falhas posicionais articulares.
Contra-indicações
Feridas abertas;
Edemas generalizados;
Carcinomas;
Alterações cutâneas;
Tromboses.
Material utilizado
Bandagem elástica não limitante
Composta por um polímero elástico 100% algodão
Hipoalérgica
Sensível ao calor
Livre de látex
É resistente a água de rápida evaporação e secagem
Com deformação de até 40%
Métodos de Aplicação, tratamento de tornozelo, tratamento de joelho, tratamento de ombro, dores nas costas, dores na coluna.... mais detalhes você poderá aprender no curso de Bandagem Funcional.

A Fisiom Cursos irá oferecer um Curso de Bandagem Funcional em Campinas

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Curso Bandagem Funcional - Campinas-SP Sport Taping - Kinesio Tape


Próximas datas

www.conmov.com.br



 Bandagem Funcional.
Um curso pratico, e envolvente, onde o aluno ficara apto a realizar bandagens de diversos tipos.
 

Há muito tempo o ser humano vem usando esse recurso como forma preventiva e de tratamento, podemos encontrar indícios disso em antigas escrituras gregas e até em pinturas egípcias. Apenas no inicio da década de 70 é que esse recurso foi estudado e organizado cientificamente e os materiais utilizados tiveram um grande salto tecnológico em meados dos anos 80.

Utilizando faixas, esparadrapos, e outros materiais é possível realizar imobilizações muito especificas para cada articulação, mantendo sempre em funcionamento as amplitudes de movimento fisiológicas não patológicas. Com isso é possível potencializar a recuperação de diversas patologias, e proteger o paciente para a realização de exercícios de maior impacto.
Trata-se um procedimento rápido, simples e muito eficiente que você pode desenvolver com material barato, disponível na maioria dos serviços de saúde.
A bandagem funcional restritiva (Sport Taping) serve para preservar os movimentos de uma articulação lesionada e inibir os movimentos causadores de dor e piora, evitando os métodos tradicionais e ultrapassados (como o gesso, por exemplo). Pode ser realizada em qualquer local do corpo, em pouco tempo e sem tirar o movimento e a função do paciente, ou seja, sem perder força muscular, alongamento e rendimento (no caso de atletas).
A bandagem compressiva vai complementar uma drenagem manual ou mecânica e ainda vai conter o edema por todo o tempo que o paciente a utilizar. Pode ser usada também para conter edemas traumáticos junto com crioterapia evitando ou reduzindo o uso de antiinflamatórios, e diminuindo o tempo de recuperação e a dor.
E finalmente as bandagens proprioceptivas (Kinesio Taping, McConnell)corrigem desvios posturais e alterações de gravidade, previnem dores e são bastante utilizadas em atletas, gestantes e idosos podendo ser associada à R.P.G. e ao Pilates, potencializando o tratamento.
Este curso tem embasamento teórico, mas é 80% prático. É voltado para fisioterapeutas, educadores físicos e enfermeiros. As bandagens serão realizadas por todos os alunos e todos sairão aptos a realizar todas elas em seus pacientes e alunos.
Disponibilizaremos todo o material necessário, apostila e material de apoio com fotos das principais técnicas. Os alunos poderão participar dos nossos encontros de atualizações e dúvidas gratuitamente.
“Realizar uma bandagem é manter em seus limites fisiológicos as funções de uma articulação, limitando as amplitudes máximas, para conservar somente o movimento útil de uma zona indolor.”


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Colesterol alto não é problema!!! Essa é velha....

Colesterol não é o Inimigo que você foi induzido a crer – 01/06/2011
Cirurgião Cardíaco admite enorme erro! (recebido por e-mail)
Por Dr. Lundell Dwight, MD
Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...
Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico.Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.
A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.
Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.
Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.
Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.
Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.
Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.
Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.
O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.
Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação.Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.
Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.
A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).
[Ed. Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar. Ele é o autor de "A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"

Veja mais no link



Temos dito isso há mais de 15 anos para os nossos pacientes, mas a prepotência médica acaba se sobrepondo ao bom senso. 

Felizmente existem alguns estudiosos que aparecem com o fim de nos provar o que já era óbvio e nítido. Agora espero que nos escutem....

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma questão de peso - Folha de São Paulo

Colunista: HÉLIO SCHWARTSMAN
05/10/2011 - A polêmica dos remédios para emagrecer opõe médicos sanitaristas, cujo bastião de resistência é a Anvisa, a clínicos, entrincheirados na Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

A disputa entre as especialidades é antiga e revela vieses profissionais característicos: enquanto o sanitarista olha para tendências e números agregados, os clínicos pensam sempre em pacientes individuais.

E, em termos globais, parece forçoso concluir que anorexígenos em geral, assim como dietas, não são lá muito eficientes. Vários estudos mostram que a redução média de peso é modesta e geralmente de curta duração. Como as drogas apresentam risco de efeitos adversos, não haveria muita razão para utilizá-las.

Para os clínicos, porém, é enganoso guiar-se por médias. Vale lembrar que, na média, a humanidade tem um testículo e um seio.

Desde que exista um grupo de pacientes para o qual o remédio traz mais benefícios do que riscos -o que, numa população de quase 200 milhões, é praticamente uma fatalidade estatística-, não há motivo racional para retirar a droga do arsenal terapêutico à disposição do médico. "O abuso não tolhe o uso", já ensinavam os antigos romanos.

Isso bastaria para dar razão aos clínicos e encerrar o debate. Ocorre que existem outras maneiras de interpretar o histórico de decisões da Anvisa nessa área.

Se a agência insiste tanto em limitar e regular a oferta de anorexígenos, é porque chegou à conclusão de que os médicos, como categoria, não são muito confiáveis para prescrever remédios, pois receitam qualquer coisa para qualquer um, justificando assim medidas radicais.

É até possível que isso seja verdade, mas, nesse caso, o que temos é uma das principais autoridades sanitárias do país afirmando nas entrelinhas que não podemos confiar nos médicos. Não é lá uma mensagem muito alentadora.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Tratamento de insônia com Osteopatia

O presente estudo teve como objetivo utilizar alguns recursos da osteopatia craniana no tratamento de pacientes com insônia primária crônica e observar os resultados após 4 semanas de tratamento. Foi realizada avaliação através de questionário e também pela Escala de Epworth, além de avaliação osteopática craniana (escuta craniana, mobilidade sutural). Para o tratamento foram utilizados diversos recursos osteopáticos cranianos para reequilíbrio articular e do Sistema Nervoso Autonomo - SNA. Para a análise dos resultados utilizou-se de comparações pareadas paramétricas entre os valores obtidos antes e após o tratamento, no que diz respeito aos dados da escala de Epworth e do nº de horas de sono. Os resultados observados na Escala de Epworth demonstram uma diminuição significativa com p<0,0001 (p=2,4343-9) e na comparação de horas de sono, antes e após o tratamento, observa-se também um aumento significativo, com p<0,0001 (p=2,7273-6). Vale ressaltar que no presente estudo foi observado um grande número de indivíduos (66,6%) classificados com LEVE segundo a Escala de Epworth, e estes foram os que apresentavam sintomas há menos tempo, portanto, podemos sugerir que o emprego da osteopatia craniana tem melhor eficácio em indivíduos com quadro leve e de curta data de insônia, mesmo sendo considerados crônicos.
Utilização da Osteopatia craniana no tratamento de pacientes com insônia primária crônica

Santos, João Paulo Retondaro dos; Nonaka, Paula Naomi

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Osteopatia propõe investigação completa sobre origem das dores

Achei esse artigo e gostei, por isso estou publicando... clicando no título vai para o site onde copiei o Artigo.


Osteopatia propõe investigação completa sobre origem das dores
Osteopatia propõe investigação completa sobre origem das dores
Sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático). Essa é, digamos assim, a definição um tanto técnica do que é osteopatia. Mas pode-se dizer também que a osteopatia é uma técnica diagnóstica e terapêutica que olha o corpo como um todo e não em determinado problema isoladamente, como faz a fisioterapia convencional. Explica Tonia Ramos Costa, fisioterapeuta pós-graduada em Osteopatia, que essa técnica investiga e trata da causa do sintoma, já que tudo no corpo humano é relacionado. Para se ter uma ideia dessa relação, uma dor lombar pode ser resultado de problemas no útero devido a ligações anatômicas que envolvem essa parte do corpo (por isso algumas mulheres costumam sentir dores na região lombar em períodos pré-menstruais), explica a osteopata.
Justamente por essa relação causa e efeito ser tão complexa, a osteopatia, se comparada com outras técnicas manuais de tratamento do corpo humano, tem como grandes diferenciais ser pautada nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo e ter uma avaliação detalhada, que deve ser feita na primeira sessão. Nesse mapeamento de quem passará pelo tratamento, avisa Tonia, “são coletados vários dados do histórico da pessoa como cirurgias, quedas, acidentes, traumas e outros mais específicos conforme as queixas e o problema que a levou procurar pelo tratamento”.
Testes como relação postural e outros mais específicos são aplicados durante o tempo de avaliação, em torno de uma hora e meia, para ser delimitado o que vai ser tratado, no ‘ponto certo’, para evitar estímulos desnecessários. “Depois de duas ou três sessões, que duram em média uma hora cada uma, a gente consegue ver a resposta do corpo. As terapias são marcadas, geralmente, uma vez por semana e a tendência é que o tempo entre as sessões vá se espaçando. Quando o paciente não tiver mais dores, ele pode vir a cada três ou seis meses para evitar que chegue novamente ao ponto de dor. É uma espécie de manutenção”, explica Tonia.
Indicações
O método é indicado para dores em geral, mas a maioria das pessoas buscam na osteopatia alívio para dores ortopédicas, principalmente. Dores de cabeça representam o segundo problema que levam as pessoas a conhecerem essa técnica e acrescentam-se à lista problemas de tendinite, patologias viscerais, fibromialgias e outras doenças e até desconfortos.
Não é preciso procurar pelo profissional da Osteopatia somente quando a dor aparece. Como ela é, na maioria das vezes, reflexo de um outro problema, a investigação das causas podem ser iniciadas mesmo quando o interessado não apresenta a dor. Conforme o que for descoberto, a fisioterapeuta indica ao paciente outro profissional ou tratamento. “Não se faz um trabalho postural em Osteopatia, então, se for necessário, indicamos uma terapia com pilates ou RPG, por exemplo”.
Independente de qual o problema levou o paciente à Osteopatia, Tonia dá algumas orientações que servem, de um modo geral, para fortalecer e preservar a saúde corporal. Ingerir muita água para estimular que o corpo libere toxinas, praticar atividades físicas, desde que não seja uma que possa ser prejudicial ao problema corporal já existente, aplicar ergonomia nas atividades cotidianas, principalmente no trabalho, local onde as pessoas passam a maior parte do dia, horas regulares de sono e ergonomia ao dormir são práticas que só benefícios apresentam e auxiliam o tratamento.
“Fiquei sem dor”
A Osteopatia tem como objetivo a homeostase, que como define Tonia, é equilibrar o corpo em todos os sentidos. A consequência é um tratamento mais eficiente, mais rápido e até saudável, visto que os remédios para tratamentos paliativos podem ser deixados de lado. Valéria Góes, grávida de sete meses afirma que valeu a pena. “Na primeira sessão, já fiquei sem dor”, garante ela, que procurou pela osteopatia depois de tomar de conhecimento da técnica, para tentar aliviar a dor que sentia na região do ventre. “Foi meu médico mesmo que disse que a dor não tinha nada a ver a com o útero, não era problema de gestação. Disse que podia ser a lombar que refletia na região do ventre. Então resolvi experimentar”. Depois do alinhamento na primeira sessão, Valéria fez mais três sessões para complementar o tratamento e fará mais uma sessão preventiva mensalmente. “Além de passar a dor, a terapia foi bem relaxante”.
Para alguns, de acordo com o tipo de dor e necessidade, o tratamento pode ser um pouco dolorido, a princípio, mais ainda quando se tem que ‘soltar’ os músculos para relaxá-los. “Mas depois é alívio mesmo que se sente”, afirma Tonia. “Tem pessoa que chega a dormir quando a cabeça é manipulada”. Tonia é formada pela Escola de Madrid, com sede em várias partes do mundo e uma delas está em Campinas, onde a fisioterapeuta estudou a prática manual por cinco anos. “A técnica é bem detalhada, difícil e muitos acabam abandonando a especialização. Por isso existem poucos profissionais formados em Osteopatia”, informou.
Fonte: Jornal Cruzeiro
Por: Andrea Alves

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Osteopatia no tratamento da enxaqueca

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaléia estima-se que a prevalência de dor de cabeça, ao longo da vida seja de 93% nos ho

mens e 99% nas mulheres e que, 76% do sexo feminino e 57% do masculino, tenham pelo menos um episódio de dor de cabeça por mês. Já se falarmos em enxaqueca, a prevalência geral ao longo da vida é de aproximadamente 12% (18% entre as mulheres, 6% nos homens e 4% nas crianças). A enxaqueca é uma forma de cefaléia, mas não a única; existem muitas outras. A Sociedade Internacional de Cefaléia reconhece mais de 150 modalidades de dor de cabeça. Especialistas em dor de cabeça preferem chamar a enxaqueca de migrânea. A enxaqueca severa pode ser desencadeada por fatores como estresse, emoções, mal estar ou ciclo menstrual. Tipicamente a crise é forte, unilateral, com dor de caráter pulsátil, acompanhado de anorexia, náusea (80%), vômitos (~50%), fono ou fotofobia (~60%) e que pode levar 4 a 72 horas. Terapias não medicamentosas, como biofeedback, acupuntura mostram baixas evidências no tratamento da enxaqueca. Há poucas referências investigando os efeitos de osteopatia sobre a intensidade da dor em pacientes com enxaqueca. Ao investigar os efeitos da osteopatia sobre o grau de dor e a qualidade vida em pacientes mulheres com enxaqueca, um grupo alemão observou melhoras significativas no grupo de intervenção. As pacientes foram avaliadas em relação a intensidade de dor, qualidade de vida e incapacidade de trabalho. Elas foram submetidas ao tratamento com osteopatia, e foram usadas técnicas estruturais, craniais e viscerais, de acordo com a necessidade do paciente. Os pesquisadores puderam observar melhoras nas variaveis avaliadas, mostrando a eficácia da osteopatia no tratamento da enxaqueca.


Fonte: Voigt, K., et al., Efficacy of osteopathic manipulative treatment of female patients with migraine: results of a randomized controlled trial. J Altern Complement Med, 2011. 17(3): p. 225-30.

Veja Também:

sábado, 25 de junho de 2011

Botox para tratar enxaqueca?


Alterar a percepção de dor parece um dos métodos mais eficientes para 'enganar' a enxaqueca. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso de injeções de botox para o tratamento de enxaqueca crônica. Antes do Brasil, só EUA e Inglaterra haviam autorizado a aplicação do produto no tratamento da doença.

Mesmo tendo uso aplicado em tratamentos médicos o Botox ainda não deixou de ser uma toxina, que a grosso modo paralisa a musculatura.

Como toda toxina, trará reações no organismo, além de fazer com que o fígado do indivíduo trabalhe demasiadamente a fim de metabolizar e eliminar esse veneno.

E a enxaqueca, quando tratada por esse meio só terá resultado caso a sua causa sejam as contraturas, e tensões musculares que causam dores referidas na região da cabeça. Bom, sendo assim, e pensando no principio básico de qualquer tratamento coerente, aplicar o Botox para paralisar músculos tensos que causam não me parece uma medida muito inteligente. desta forma está se tratando a consequência do problema e negligenciando a causa. Ponto da indústria farmacêutica, que venderá mais Botox. Ponto para os médicos que terão milhares de pacientes voltando a cada trimestre para renovar seu Botox. e mais uma vez quem sai perdendo é o paciente, que gastará seu dinheiro em um tratamento que não resolverá a causa primária de seus problemas. E sabe-se lá quais serão os novos problemas que estará criando com essa conduta, sem princípios.

Na ânsia por um resultado rápido, e respaldado por profissionais irresponsáveis, pacientes se submetem a tratamentos absurdos!!!

É o Fim!!!!




http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2268344-EI298,00.html

http://www.mundodastribos.com/botox-e-os-riscos-de-seus-efeitos-colaterais.html

http://osteopatia-aartedotoque.blogspot.com/2009/03/tratamento-osteopatico-nas-cefaleias-e.html

Mais link sobre problemas risco do uso de Botox!!!
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://www.reuters.com/article/2008/01/25/us-allergan-botox-idUSN2422612920080125

http://www.nowpublic.com/health/botox-warning-fda-after-16-deaths

http://www.newsinferno.com/pharmaceuticals/lawsuit-alleges-botox-overdose-caused-little-girls-death/18400

http://www.lawyersandsettlements.com/features/botox-death-paralysis/botox-can-happen.html

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-veneno-mais-venenoso-do-mundo

Vamos dizer sim ao uso racional dos medicamentos!!!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Enxaqueca e dor de cabeça tem cura com Osteopatia?

SIM, podem ter!

Mas será que a sua dor é Enxaqueca? Você precisa considerar duas coisas: Primeiro, o que é enxaqueca? e depois o que pode simular uma crise de enxaqueca?

São características da Enxaqueca:

1 - dor há pelo menos dois anos, com crises com intervalo de no máximo 3 meses;
2 - apresenta sintomas de áurea ( pontos luminosos meia hora antes da crise);
3 - fotofobia (irritação e maior dor na presença de muita luz) e ao barulho;
4 - dores caracteristicamente unilaterais, e geralmente sem associação a outros fatores.

Acontece que muitas pessoas acham que têm enxaqueca e na verdade apresentam DOR DE CABEÇA apenas. Muitas pessoas têm dores de cabeça tensionais, mas frequentemente.

Uma dor de cabeça pode ser causada por irradiação de dor de músculos do pescoço. Essa irradiação é a mesma que o coração faz para o braço esquerdo quando está tendo um infarto, que serve pra avisar que algum problema está acontecendo.

São problemas que podem gerar dor de cabeça frequentemente:
Tensões musuclares subnucais, diminuições de movimento de articulações cervicais, distúrbios da ATM (articulações temporo-mandibulares), distúrbios genito-urinários (útero) e pelve e até mesmo disfunções de fígado, por exemplo. Essas disfunções musculo-articulares podem gerar dores irradiadas, tensões sobre circuação cerebral, e gerar crises de dor frenquetes (enxaqueca).

enxaqueca osteopatia dor de cabeça quiropraxia tratamentoMuitos músculos no nosso corpo fazem essa irradiação de dor quando estão sobre sofrimento (deficiência na circulação, assim como com o coração). Essa dor, na cabeça, pode ser irradiada para o fundo dos olhos e região supraorbital, topo da cabeça, nuca e têmporas, por exemplo.

Tratamento medicamentoso: na sua maioria visam melhorar a circulação intra-craniana. Outros bloqueiam transmissão de impulsos dolorosos (o que pode gerar efeitos colaterais, como sono).


A Osteopatia é o tratamento que considera todos os fatores mecânicos da dor de cabeça. Trata-os (CAUSA) e elimina-se a consequência, que é a dor de cabeça. Cessam-se as crises, necessidade de uso de medicações e as consequências de uso crônico de medicamentos.


Autor: Dr Mauro Gemelli

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Osteopatia Clínica em Campinas











A Osteopatia é uma metodologia extremamente eficaz de avaliação e tratamentos, que se utiliza de técnicas específicas de terapia manual e manipulação da coluna vertebral e demais articulações do corpo com a finalidade de reestabelecer a função das estruturas e sistemas corporais. Sendo assim um sistema metodológico prática, eficaz e de baixo custo.
Está embasada por fundamentos científicos de anatomia, fisiologia, e semiologia médica, e é tão benéfica que a OMS (organização Mundial de Saúde), reconhece e incentiva a sua prática.

Objetivos
Este curso tem como objetivo introduzi o aluno aos conceitos da Osteopatia e abordar os problemas mais comuns encotrados no dia a dia da clínica de Fisioterapia, e traçar uma abordagem muito pratica de avaliação e tratamento sob a ótica da Osteopatia. de avaliação e tratamento..
Ao final o aluno terá ferramentas suficientes para realizar um tratamento osteopático do início ao fim.
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Conteúdo
• Histórico da Osteopatia
• Leis de Still
• Fisiologia Osteopática
• Lesão Osteopática e disfunção somática
• Conceito de Hipermobilidade e Hipomobilidade
• Leis de Fryette
• Indicações e contraindicações
• Avaliação Osteopática Geral
o Exame estático – Postural
o Testes de mobilidade
o Palpação estática e dinâmica 
o Testes Neurológicos
o Teste de Mitchel
o Estrela de dor
• Princípios da Técnica de Jones
• Princípios da Técnica de Músculo Energia
• Princípios da Técnica Neuro Muscular
• Princípios das Técnicas de Thrust
• Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna lombar
o Testes Lombares
o Técnicas de Thrust para Vértebras Lombares
o Técnicas para tecidos moles
• Biomecânica, avaliação e tratamento da Sacro-ilíaca
o Testes de mobilidade da Sacro-ilíaca
o Manobras de Thrust para Sacro-ilíaca
• Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna torácica
o Testes para coluna torácica
o Manobras de Thrust para torácica
o Tratamento de tecidos moles envolvidos com a coluna torácica
• Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna cervical
o Testes cervicais 
o Manobras de Thrust para cervical
o Manobras de tecidos moles
o Liberação miofascial para cervical alta
• Biomecânica, avaliação e tratamento do membro superior



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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Técnica Sacro Occipital de DeJarnette - Tratamento com as Cunhas


O Dr. Major Bertrand DeJarnette (1899-1992), Osteopata e Quiroprático, criou seu método que denominou deTécnica Sacro Occipital (S.O.T.), como uma forma científica, clara e eficaz de tratamento.
Baseado nos conceitos de biomecânica, pulsos cranianos, e movimento do líquido cefalorraquidiano, desenvolveu inúmeras pesquisas cientificas que embasaram seu método.
            Com uma avaliação muito específica, classifica seus pacientes em 3 categorias distintas, e utiliza o “bloking” , colocação de cunhas sob a pelve, para alinhar a pelve permitindo que o  corpo busque um alinhamento mais correto, tratando assim os mais diversos sintomas. Além disso, utiliza a Técnica Reflexa Manipulativa Quiroprática(C.M.R.T.), uma técnica de manipulação de pontos reflexos que auxilia e complementa o tratamento.
Técnica Sacro Occipital não é simplesmente uma técnica complementar de tratamento, e sim uma metodologia completa de avaliação e tratamento cientifico e independente que visa suprimir a causa do mal funcionamento do organismo, em busca da homeostase, utilizando o mínimo de força.

Objetivo

O curso Técnica Sacro Occipital de DeJarnette tem como objetivo, passar o conteúdo integral do método, de forma simplificada, fazendo com que o aluno seja capaz de aplicar com eficiência e obter resultados assim que retornar à sua prática clínica.

 Conteúdo

  • Histórico
  • Introdução
  • Testes de Avaliação
  • Ferramentas de Tratamento
  • Protocolo de Avaliação e Tratamento para Categoria 1
  • Protocolo de Avaliação e Tratamento para Categoria 2
  • Protocolo de Avaliação e Tratamento para Categoria 3
  • Técnica Reflexa Manipulativa Quiroprática (C.M.R.T.)
  • Técnicas diretas
  • Tratamento de Escolioses

Mais informações:

terça-feira, 31 de maio de 2011

Workshop de Técnica de Jones - Campinas - Osteopatia


A Técnica de Jones é uma técnica de aplicação muito suave inventada pelo osteopata Lawrence H. Jones que a chamou de COUNTERSTRAIN, e nós Brasileiros preferimos chamá-la de Técnica de Jones.
É uma manobra posicional passiva que situa o corpo em uma posição de máximo bem estar, suprimindo assim a dor, ao anular a atividade dos proprioceptores responsáveis pela disfunção.
Após a aplicação temos como resultado a redução da hiperatividade das estruturas neurais e a recomposição dessas estruturas para se alcançar, de modo indolor, um comprimento de repouso do músculo mais normal e proporcionar um aumento da circulação local, ou seja, ocorre uma normalização da atividade gama ou uma diminuição do reflexo miotático.
É uma técnica ótima para o tratamento de Pontos Gatilho, dor miofascial, e tender points.
Objetivo:
Ensinar aos participantes a utilizar a técnica de Jones, em todas as suas formas. Aplicando-a ao sistema músculo-esquelético, e vísceras.

Conteúdo:
- fisiologia da técnica
-formas de aplicação
-prática da aplicação da técnica em diferentes locais do corpo
-indicações
-dúvidas dos participantes

Publico alvo:
Estudantes de Fisioterapia e Fisioterapeutas

Duração:
3 horas

Workshop inclui:
Apostila
CD com artigos
Certificado de participação

Vagas limitadas:
os interessados devem se inscrever com antecedência para que o workshop seja melhor organizado.
O número de participantes é reduzido para melhor aproveitamento.

 
Fone: (19) 32513297