quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Saiba como funcionam as fitas adesivas usadas pelos atletas em Londres 2012


Saiba como funcionam as fitas adesivas usadas pelos atletas

Muito presente nas Olimpíadas de Londres, a Kinesio Tape vem conquistando adeptos, principalmente entre os esportistas de alto rendimento 

Jogadora alemã de Vôlei de Praia Katrin Holtwick com as fitas Kinésio
As fitas Kinesio foram inventadas há mais de 30 anos pelo quiropraxista japonês Kenzo Kase para tratar e prevenir lesões musculares e articulares sem limitar os movimentos do corpo
São Paulo - Atletas de diversas modalidades foram vistos nas competições das Olimpíadas de Londres utilizando um acessório curioso e ainda pouco conhecido: Kinesio Tape, fitas coloridas coladas em várias partes do corpo, como ombros, pernas, joelhos e coluna. Mas o que parece apenas um adesivo de enfeite, na verdade possui diversas funções e vem conquistando adeptos, principalmente entre os esportistas de alto rendimento.
As fitas Kinesio, ou Kinesio Tape, foram inventadas há mais de 30 anos pelo quiropraxista japonês Kenzo Kase para tratar e prevenir lesões musculares e articulares sem limitar os movimentos do corpo. O método não utiliza substâncias químicas e não consiste somente em aplicar as bandagens. É necessário um trabalho conjunto entre quiropraxista e atleta para que seja feito de forma adequada.
As bandagens terapêuticas são elásticas e adesivas e agem de acordo com a direção e tensão com que são aplicadas. Elas funcionam enviando estímulos ao cérebro e também possuem ondulações que elevam a pele, melhorando a circulação sanguínea.
Essas fitas são utilizadas principalmente para reduzir dores e sensação de desconforto. Elas promovem suporte durante a contração muscular, ajudam nas correções dos desvios articulares e no aumento da propriocepção - capacidade de receber estímulos provenientes dos músculos, dos tendões e de outros tecidos internos.
Além das funções já citadas, essas bandagens também reduzem edemas e hematomas, melhoram a circulação linfática e proporcionam suporte muscular e articular aos ombros, costas, joelho, panturrilhas e outras articulações. "Apesar de serem mais conhecidas por atletas, as fitas Kinesio podem ser utilizadas em bebês, para diminuir os efeitos das cólicas e em pessoas que tiveram algum tipo de paralisia muscular, inclusive as causadas por derrame", explica Luiz Miyajima, quiropraxista responsável pela sede brasileira da clínica QuiroVida

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Ps. Kinesio é uma marca registrada, que tornou-se tão popular entre fisioterapeutas, que seu uso é corriqueiro....como dizer Gillete para se referir a laminas de barbear....
a foto a atleta usa Spider Tape... outro tipo, ou marca de Bandagem Funcional

Teorias das Disfunções Vertebrais - Osteopatia


Teorias da disfunção do movimento vertebral


           Foram propostas muitas teorias para explicar o fenômeno clinicamente observado da hipomobilidade. Uma delas propõe o aprisionamento do material sinovial ou a existencia de um meniscóide sinovial entre duas superfícies articulares opostas. Há alguns indícios anatômicos de que os meniscóides realmente ocorrem, mas não foi demonstrado se eles, de fato, causam restrição articular. O meniscóide articular possui inervação por fibras C que sugerem ter função nociceptiva.
           Uma segunda teoria sugere uma falta de congruência no contato ponto-a-ponto das superfícies opostas. Ela postula alteração no mecanismo de acoplamento normal entre as superfícies articulares, e o papel da medicina manual é restaurar a articulação, fazendo com que ela retome a "trilha certa".
          Uma terceira teoria sugere uma alteração nas propriedades físicas e químicas do líquido sinovial e das superfícies sinoviais. Essencialmente, houve perda da capacidade de deslizamento suave devido ao fato de as superfícies opostas terem se tornado "pegajosas". Após um procedimento de tranco rápido de baixa amplitude (mobilização com impulso), tanto na articulação vertebral quanto na da extremidade em que a separação das superfícies articulares ocorreu, foi comprovado o fenômeno de "cavitação". Além do estalo audível, foi também observada, em raios-X, uma densidade negativa dentro da articulação. Esse "fenômeno do vácuo" parece ter densidade do nitrogênio, e a sombra gasosa está presente por um período variável antes de deixar de ser observada, sugerindo uma alteração do estado líquido para gasoso em decorrência da aplicação do tranco.
           Uma quarta teoria  enfoca a restrição de movimento como resultado de alteração no comprimento e no tônus do músculo. Os músculos podem se tornar hipertônicos e encurtados, ou então alongados e enfraquecidos. A perda de controle muscular tem enorme significado. O controle fisiológico do músculo é altamente complexo e abrange o comportamento de mecanorreceptores situados nas articulações e em seu respectivo tecido mole, no fuso do músculo e no aparelho tendinoso de golgi, no nível medular e no reflexos das vias proprioespinais, nas vias que conduzem ao córtex motor, nas vias corticobulbares e corticoespinais moduladas pelo cerebelo e na via final comum do neurônio motor alfa até a fibra muscular. Uma alteração no estímulo aferente desse mecanismo complexo, ou uma alteração de função dentro do sistema, pode resultar em atividade muscular disfuncional e acabar afetando os mecanismos articulares. Qualquer alteração do tônus muscular, então, restringe o movimento normal e funciona como fator de perpetuação da alteração do movimento articular. Afirmar que a atividade muscular normal é primária ou secundária à disfunção vertebral é mera conjectura. No entanto, o tratamento oferecido deve sempre visar, de algum modo, o componente muscular da disfunção vertebral. Fazendo analogia com um computador, o sistema nervoso seria o seu software e o sistema músculo-esquelético, o seu hardware. Uma alteração de função do sistema nervoso (o software) não permite que o sistema músculo-esquelético (o hardware) funcione adequadamente. Alguns profissionais da medicina manual consideram a eficiência do tratamento pela medicina manual como a reprogramação do software através da alteração do comportamento dos mecanorreceptores no nível da articulação e dos tecidos moles.
           Uma quinta teoria enfoca alterações nas propriedades biomecânicas e bioquímicas dos elementos miofasciais do sistema músculo-esquelético, da cápsula,, das estruturas ligamentares e da fáscia. Quando essas estruturas são alteradas por trauma, inflamação, degeneração ou outras causas, pode ocorrer redução da mobilidade vertebral normal.
          Independentemente da teoria à qual possamos aderir, os fenômenos clínicos de limitaão do movimento vertebral podem ser encarados como a influência exercida sobre as articulações zigoapofisárias pareadas do segmento. Falamos da capacidade das facetas de se abrirem ou fecharem e nos referimos primariamente ao movimento do tipo acordeão e não ao movimento do tipo separação. Na inclinação para a frente, as facetas devem normalmente abrir-se e, na inclinação para trás, devem fechar-se. Se algo interferir na capacidade de abertura das duas facetas, ocorrerá restrição na inclinação para frente. Inversamente, se algo interferir na capacidade de fechamento das facetas, ocorrerá restrição na inclinação para trás. É também possível que uma faceta se mova normalmente e a outra se torne limitada. Se, por exemplo, a faceta direita não se abrir, mas a esquerda funcionar normalmente, a inclinação lateral para a direita será possível, mas a inclinação lateral para a esquerda ficará limitada. Devido ao fato de a inclinação lateral e a rotação, nos segmentos vertebrais típicos, serem movimentos acoplados, a rotação também poderá ser afetada por alteração do movimento articular da faceta.

Referências

GREENMAN, Philip E. Princípios da Medicina Manual. 2 ed. São Paulo: Editora Manole, 2001

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Kinesio Tape: Para que serve?


Kinesio Tape: você sabe para que serve?

Fonte:
Por Anderson Brandão
Após os jogos olímpicos de Londres, muitas pessoas estão me perguntando sobre as “fitas coloridas” que diversos atletas utilizaram durante suas competições. Para responder com propriedade, convidei oFisioterapeuta Marcos Bastos, da empresa Dr. Fisio, com quem venho trabalhando há alguns meses e que está muito familiarizado com a técnica. Vejam seus comentários:
Quando ouvimos falar em Kinesio Tape (ou Fita Kinésio), logo vem a cabeça super atletas com suas fitas coloridas. Mas tanto Kinesio, quanto outras técnicas menos coloridas (McConnel, SportTape e SpiralTape), podem ser utilizadas por pessoas em todos os níveis de condicionamento físico, inclusive sedentários.
Todas as técnicas servem para direcionar o trabalho realizado durante a fisioterapia, a um determinado grupo muscular, seja estimulando ou inibindo sua contratação, estimulando a vascularização (chegar mais sangue a região), ou ainda, imobilizar, estabilizar e até mesmo realinhar uma articulação, prolongando o trabalho já realizado.
Outra curiosidade é que, diferente do que muitos imaginam, as bandagens não contém medicamentos e as cores, não influenciam no tratamento.
Um bom exemplo da aplicação da técnica, seria uma pessoa que lesionou o ligamento cruzado do joelho e precisou de cirurgia reparadora. Na fase inicial, usaríamos o SpiralTape visando analgesia da região e também a Kinesio Tape atuando na drenagem do edema pós operatório. Em uma segunda fase da recuperação, podemos usar a Kinesio Tape para auxiliar nos exercícios de contratação muscular e, na última fase, o SportTape para dar estabilidade na articulação do joelho e mais confiança para o paciente.
O principal é que cada pessoa seja avaliada individualmente e, caso seja indicado a aplicação da bandagem, que seja feita por um profissional qualificado. Fale sempre com um Fisioterapeuta de sua confiança.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

POR QUE FAZER FISIOTERAPIA NA GRAVIDEZ?


POR QUE FAZER FISIOTERAPIA NA GRAVIDEZ?
18/07/12
Durante a gestação o fisioterapeuta avalia o controle, a coordenação, o tônus, a força e a resistência dos músculos do assoalho pélvico e os reabilita de acordo com as deficiências apresentadas.
Durante a gravidez ocorrem diversas adaptações físicas necessárias ao crescimento e desenvolvimento fetal. Essas mudanças podem causar desconfortos e limitações nas atividades da vida diária da mulher grávida. Alguns dos sintomas persistem após o parto, quando surge a sobrecarga das atividades relacionadas aos cuidados com o bebê.

A realização de Fisioterapia já no pré-natal prepara o corpo da mulher para as exigências solicitadas pela gravidez e o pós-parto. São realizados exercícios de fortalecimento e alongamento de músculos específicos, exercícios aeróbicos orientados, conscientização corporal, correção de posturas inadequadas nas atividades de vida diária, exercícios de relaxamento e de respiração. Esses exercícios auxiliam ainda no alívio de desconfortos como câimbras, inchaço e falta de ar, além de ajudar na preparação para o parto. Na visão atual do parto, a mulher é tida como protagonista do nascimento do seu filho, exercendo papel ativo. Por isso, a percepção do seu próprio corpo desde o período gestacional, aliada à preparação física, aumenta seu conforto, proporciona bem-estar e gera segurança e confiança para o tão esperado momento do parto.

Além da preparação global do corpo, também é recomendável que a gestante tenha cuidados específicos com o assoalho pélvico. O assoalho pélvico é um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Em conjunto, essas estruturas sustentam os órgãos pélvicos (bexiga, útero e reto), além de terem função no controle da urina, das fezes e na atividade sexual.

Os músculos do assoalho pélvico, também conhecidos como músculos do períneo, tendem a enfraquecer durante a gravidez por causa do efeito de hormônios, além da sobrecarga gerada pelo aumento de pressão abdominal. Este enfraquecimento pode trazer disfunções como a perda involuntária de urina, que atinge 60% das gestantes, podendo persistir após o parto.

Durante a gestação o fisioterapeuta avalia o controle, a coordenação, o tônus, a força e a resistência dos músculos do assoalho pélvico e os reabilita de acordo com as deficiências apresentadas. Todas as gestantes devem realizar exercícios para esses músculos, mesmo se não têm sintomas e independentemente do tipo de parto que escolherem. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, o parto normal não é o responsável por disfunções do assoalho pélvico. Com a realização de Fisioterapia durante a gestação, já é possível preparar a musculatura para diminuir as chances de uma possível lesão muscular durante o parto. Estudos têm mostrado que as mulheres que reforçam a musculatura perineal por meio de exercícios durante o período gestacional e após o parto apresentam menores chances de apresentarem disfunções no assoalho pélvico no futuro, quando outros fatores, como o envelhecimento e a menopausa, são desencadeados. Por isso, a Sociedade Internacional de Continência recomenda que todas as mulheres façam exercícios de fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico desde o período gestacional.

A Fisioterapia atua através de ações preventivas e de promoção à saúde da população feminina ao longo da vida, sendo que várias dessas ações são propícias de serem implementadas durante a fase reprodutiva visando à vivência de uma gravidez, parto e pós-parto com maior qualidade e bem-estar.
Fonte: Sabrina Baracho – Fisioterapeuta do Núcleo Bem Nascer

domingo, 26 de agosto de 2012

Osteopatia e a fisiologia articular


Por: Felipe Ribeiro Mascarenhas
Fisioterapeuta

 
"Encarei, sobretudo, a microfisiologia dos osteopatas e a função muscular. E tudo isso abala as ideias bem estabelecidas, confortáveis para um terapeuta. Também para mim, sob muitos pontos de vista, foi uma descoberta e uma perturbação em meu trabalho do dia-a-dia. Nunca é agradável, após quarenta anos de prática, notar que estávamos errados".
(Marcel Bienfait)
 
Devemos entender primeiramente o conceito de fisiologia articular que é o mesmo que função articular. Esta função articular pode ser observada de duas formas: estática ou dinamicamente.
 
A macrofisiologia articular É utilizada para determinar as atitudes posturais tais como antiversão pélvica, retroversão pélvica, cifose dorsal, escoliose etc. (macrofisiologia estática). É também utilizada para determinar os grandes gestos, antipulsão do ombro, extensão do quadril, flexão do punho etc. (macrofisiologia dinâmica). É a fisiologia estudada pela medicina tradicional.
 
Microfisiologia articular são os movimentos acessórios ou micromovimentos existentes nas articulações, que muitas vezes não podemos enxergar a olhos claros, mas sabemos que existe e que faz parte das funções articulares. Podemos observá-la através de exames osteopáticos específicos. Da mesma forma que um ombro realiza antipulsão, retropulsão, adução, abdução, ele também permite micromovimentos de anterioridade, posterioridade, inferioridade e superioridade da cabeça umeral com relação à gleno-umeral. Esta dualidade de movimentos encontramos em todas as articulações do corpo e elas se completam e acontecem simultaneamente.
 
Durante um movimento de abdução (macrofisiologia) ocorre em uma determinada angulação um abaixamento da cabeça umeral (microfisiologia) para que o tuberculo maior do úmero e os músculos do manguito possam passar livremente evitando, desta forma, o atrito com o ligamento córaco-acromial. Se por uma disfunção de microfisiologia, não for possível o abaixamento da cabeça umeral durante o movimento de abdução, certamente teremos o confronto das estruturas do manguito com o ligamento córaco-acromial ou acrômio, e também, um impedimento de um bom gesto de abdução.
 
Estas duas fisiologias podem ocorrer simultaneamente; mas também podem ocorrer de forma independente. Podemos ter um indivíduo que apresenta uma hiperlordose lombar, portanto uma antiversão pélvica, uma alteração postural típica de macrofisiologia estática. Este mesmo indivíduo ao praticar esporte, sofre um traumatismo, cujo mecanismo é uma flexão da coxa direita. Este gesto poderá levar a um bloqueio posterior do ilíaco direito (microfisiologia articular estática) ­ lesão osteopática. Esta situação só é possível devido a existência de duas fisiologias diferentes que, apesar da interação, são totalmente independentes. Quando realizarmos uma avaliação, será fácil enxergar a macrofisiologia (antiversão pélvica), que continuará existindo neste paciente, mas será difícil enxergar a microfisiologia (lesão posterior do ilíaco), a não ser que o examinador conheça a existência da microfisiologia.
 
Quando as fisiologias se apresentam em disfunções, temos que fazer uma correlação com a clínica do paciente, para que possamos interferir adequadamente e corrigi-las.
 
 
 
Copyright © Todos os direitos reservado para Felipe Ribeiro Mascarenhas
 
Atenção!
Se você deseja reproduzir, ou divulgar esse texto deve inserir o nome do autor e o endereço do sitewww.colunasemdor.com.br logo abaixo do título do texto.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Enxaqueca


CAUSAS (ETIOLOGIA) DA ENXAQUECA

ENXAQUECA E COLUNA

enxaqueca 0steogênica

O FLUXO SANGUINEO ENCEFÁLICO E ENXAQUECA: HEMODINÂMICA ENCEFÁLICA

BIBLIOGRAFIA SOBRE ENXAQUECA COM SUA CAUSA NA COLUNA E CIRCULAÇÃO:

ALIMENTOS E ENXAQUECA

AVALIAÇÃO DA ENXAQUECA

TRATAMENTOS DA ENXAQUECA E CEFALÉIA

Dependendo da causa da enxaqueca, conforme parágrafo acima, será utilizado trataento específico:
1) Para enxaqueca com causa na COLUNA ou HEMODINÂMICA: A causa deste tipo de enxaqueca / cefaláia é solucionada através de técnicas específicas de manobras na coluna como um todo. Nesta clínica usamos a junção das principais técnicas de ajustes vertebrais, que são : Quiropraxia + Osteopatia + RPG somadas à Acupuntura.
A soma destas técnicas consegue tirar a causa, tendo como resultado a cura da enxaqueca. Muitos pacientes, quando recebem esta explicação sobre enxaqueca, ficam perplexos, acham impossível uma alteração estrutural mínima na sua cervical, causar sua enxaqueca ou cefaléia. Somente após algumas sessões, sentindo os resultados iniciais, conseguem acreditar. O tratamento da enxaqueca ou da cefaléia pode demorar vários meses para terminar, porém já após algumas semanas o paciente nota diminuição progressiva das dores de cabeça da cefaléia ou de todos sintomas da enxaqueca.

2) Para enxaqueca de causa bioquímica e alimentar (como citado acima é de causa idiopática): como a causa desta enxaqueca não é estrutural, seu tratamento consiste em sessões de Acupuntura específica para enxaqueca / cefaléia e que pode ser com ou sem agulhas, o paciente escolhe este detalhe. A Acupuntura tem a função de fazer equilíbrio energético (a eletricidade do nosso corpo). Esta eletricidade é que controla todas as funções bioquímicas do nosso organismo. Como citado acima, a enxaqueca tem desequilíbrio bioquímico. A partir do momento que o organismo volta ao seu equilíbrio elétrico (que comanda a parte bioquímica) a enxaque deixa de existir.
Já conheci muitos pacientes que vieram me procurar já desiludidos com acupuntura, pois tentaram tratar a enxaqueca apenas com acupuntura em determinadas clínicas, porém sem resultados. TODOS estes pacientes tinham alterações na sua coluna, mesmo que mínimas.
A acupuntura é maravilhosa, porém quando a enxaqueca ou cefaléia tem causa estrutural, apenas acupuntura não adiante, precisa a soma dos dois tratamentos, como citado no item 1 acima. Quando a enxaqueca for de origem bioquímica (alimentar) a acupuntura sistêmica oferece resultados incrivelmente maravilhosos.
Ao invés do paciente deixar de ingerir os alimentos causadores de enxaqueca, simplesmente fazemos o corpo do paciente não reagir negativamente à ingestão destes alimentos.
O corpo da pessoa deve estar apto a se alimentar normalmente, da mesma forma que muitos outras pessoas se alimentam normalmente o paciente que sofria de enxaqueca passa também a poder comer o que preferir, sem se preocupar com dor de cabeça.
Nosso corpo não funciona apenas com o fator químico-biológico, mas também com eletricidade. Esta energia eletrônica controla todas as outras funções e a Acupuntura, controlando a energia, consegue comandar as funções do organismo.
Pela ótica da medicina tradicional Ocidental, explica-se que os estímulos da acupuntura na enxaqueca ou cefaléia resultam na produção de:
- substâncias que agem sobre neurotransmissores e neuromediadores, restabelecendo o bom funcionamento das funções que estavam alteradas,
- corticóides naturais (fabricados pela supra renal do próprio paciente) com grande ação anti-inflamatória,
- analgésicos internos (os efeitos da Acupuntura são iguais aos da serotonina, neuromediador produzido em nosso cérebro).

DICAS SOBRE ENXAQUECA E CEFALÉIA

A intenção destas dicas sobre enxaqueca tem a única intenção de ajudar a evitar situações que venha a desencadear a enxaqueca ou cefaléia. De forma alguma visa substituir o tratamento médico adequado.
A pimenta vermelha (Capsicum annum) para enxaqueca: é um eficaz redutor da dor da enxaqueca, contém capsaicina, um composto que se crê bloqueador da transmissão de dor no nervo. De acordo com um estudo publicado em 1992 a revista,Cephalalgia, a dor e gravidade das cefaléias ou enxaquecas foram reduzidas de forma significativa nos pacientes que receberam tratamentos tópicos de capsaicina por sete dias. Comprar ou fazer um bálsamo contendo Capsicum annum e massagear a região dolorida durante um ataque de enxaqueca. Sempre lembrando de consultar um médico qualificado se quiser experimentar este procedimento anti enxaqueca em casa, pois os efeitos secundários podem incluir queima na área de aplicação.
Hortelã (Mentha piperita) na enxaqueca: Menta pode ser usada tanto interna como externamente para ajudar na diminuição da crise de enxaqueca. Contém mentol, que é um redutor da dor, e também reduz a náusea. De acordo com um estudo publicado em 1994 na revistaCephalalgia, Uma combinação de óleo essencial de hortelã-pimenta e etanol ou mesmo azeite extra virgem, reduz significativamente a sensibilidade às enxaquecas e cefaléias em pacientes que aplicaram a solução tópica na testa. O ideal é executar este procedimento ao primeiro sinal de uma crise de enxaqueca, mas pode ser utilizado em qualquer momento do ataque. Outra forma de utilizar a hortelã-pimenta para enxaqueca é consumir chá de hortelã. Não é recomendado utilizar qualquer procedimento na crise de enxaqueca sem supervisão médica.
Gengibre (Zingiber officinale) para enxaqueca: Uso comum no alívio de dor e náuseas, principalmente da enxaqueca e cefaléia. Embora haja pouca investigação científica sobre gengibre como um remédio natural para enxaquecas, foram realizados estudos de laboratório sobre a sua capacidade para reduzir a dor, e como um anti-inflamatório. Um estudo publicado em 2005 Journal of Medicinal Food afirma que um extrato feito a partir de raiz de gengibre é muito útil como anti-inflamatório. Também é conhecida por ajudar no alivio da crise de enxaqueca ou cefaléia. Recomenda-se comer uma colher de chá de raiz de Gengibre por dia, nos alimentos. Lembrando que em crises de enxaqueca deve-se procurar ajuda do seu médico.
Os direitos autorais sobre a hp enxaqueca, cefaléia, dor de cabeça são reservados ao Dr. Gilberto Agostinho.

COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS NOS TRATAMENTOS DA ENXAQUECA E DA CEFALÉIA:


QUIROPRAXIA E OSTEOPATIA NA ENXAQUECA E CEFALÉIA

Terapia Manual Aplicada ao Tratamento da ATM


Terapia Manual Aplicada ao Tratamento do ATM 



 


O aparelho manducatório faz parte integrante do sistema postural pois é o traço de união entre a cadeia muscular anterior e a posterior. Sendo assim, devemos olhar a ATM como parte integrante de um todo, de forma holística, pois sabemos o quanto pode ser grande a amplitude da interferência desse único sistema no organismo humano. Desta forma abordamos o tema da ATM de forma mais ampla possível, tendo como base conhecimentos da Osteopatia, Reeducação Postural Global e Posturologia.


Objetivo:

Trazer conhecimentos mais amplos sobre o sistema estomatognático, e compreender técnicas de intervenção de Terapia Manual e Osteopatia

Conteúdo:
      
•        Anatomia da ATM
  o        Abordaremos as principais estruturas anatômicas da ATM
  o        Músculos envolvidos e seus trigger points
•        Biomecânica da ATM
  o        Estudo do funcionamento mecânico da ATM
  o        Alterações da mecânica articular
•        Oclusão
  o        Oclusão normal
  o        Problemas de oclusão que interferem na ATM
•        Avaliação da ATM
  o        Anamnese
  o        Avaliação Muscular e Trigger Points
  o        Avaliação da Amplitude de Movimento
  o        Testes Específicos
  o        Exames Complementares
•        Técnicas manuais de tratamento da ATM
  o        Técnicas de manipulação
  o        Técnicas de mobilização
  o        Técnicas de tratamento para trigger points
  o        Técnicas cranianas
  o        Noções de Posturologia e captores posturais
       

Carga Horária: 20 horas


Programação:

Sábado (8:00 as 12:00 h)
Coffee-break (10:00 as 10:15 h)

Intervalo para almoço (12:00 as 14:00 h)

Sábado (14:00 as 18:00 h)
Coffee-break (16:00 as 16:15 h)

Domingo (8:00 as 12:00 h)
Coffee-break (10:00 as 10: 15 h)

Intervalo para almoço (12:00 as 14:00 h)

Domingo (14:00 as 18:00 h)
Coffee-break (16:00 as 16:15 h)

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Mobiliza;áo Neural e Neurodinamica


Neurodinâmica Clínica


           Os distúrbios neurogênicos são comuns sua incidência é provavelmente subestimada (Benett 1997). Com o desenvolvimento recente do seu tratamento, é reconfortante que eles possam agora ser tratados com métodos físicos não-invasivos. A noção de mecânica neural adversa esteve presente por muitos anos e provavelmente é maior que a conhecida. Documentadamente ou nãoa primeira descrição conhecida de um teste neurodinâmico foi a do papiro de Edwin Smith escrita por Imhotep em 2800 a.C., no qual uma manobra de estiramento da perna foi realizada no diagnóstico de dor na coluna lombar em trabalhadores que participaram da construção das pirâmides do Egito (Beasley 1982; Dick 1984). Contudo, daquela época até hoje muitas mudancas aconteceram, e é fascinante observar que, além dos testes neurodinâmicos no quadrante inferior, os três principais testes para os nervos dos membros superiores (mediano, radial e ulnar) foram documentados e ilustrados minuciosamente nos anos 1920 e 1950 (Bragard 1929; Von Lanz & Wachsmuth 1959). Suas posturas de alívio da tensão correspondente foram também ilustradas junto com estes testes neurodinâmicos.
            No contexto da terapia, a mobilização neural tem experimentado um grande desenvolvimento, particularmente nos últimos 35 anos,desde que Gregory Grieve, Dr. Alf Breig, Geoffrey  Maitland, Robert Elvey e David Butler publicaram seus trabalhos. Tal conhecimento da função mecânica do sistema nervoso foi desenvolvido ao ponto de o conhecimento em neurodinâmica tornar-se uma necessidade para terapeutas que lidam com a dor e com o sistema músculo-esquelético. Um autor cujo trabalho passou relativamente sem divulgação foi Grieve (1970) e a razão de este artigo ser importante é que Grieve comentou, pela primeira vez na literatura em fisioterapia, a noção de sensibilização dos tecidos neurais como um fator-chave na produção dos sintomas. Ele mencionou a possibilidade de os tecidos neurais inflamados poderem ser mais prováveis de produzir testes neurodinâmicos anormaisem oposição àqueles nos quais a pressão foi exercida por patologias como hérnia de disco.Ele citou ainda a possibilidade de o processamento do sistema nervoso poder ser um método pelo qual os testes neurodinâmicos possam mudar com a terapia manual da coluna. Esses aspectos têm sido reformulados e podem juntos ser pontos-chave do pensamento atual na neurodinâmica clínica.
              Publicacões sobre problemas neurais são geralmente complexas, fazendo com que seja difícil para o clínico aplicar a terapia neurodinâmica de forma segura e eficaz.
              A neuroanatomia funcional tem sido apresentada em numerosos artigos e guias de revisão em jornais e é bem resumida em outras monografias (Breig 1960,1978; Sunderland 1978,1991; Butler 1991), portanto este aspecto não é apresentado, entretanto são abordados alguns dos pontos-chave relevantes para a neurodinâmica. Novos aspectos têm sido apresentados como um método prático e sistemático de trabalhar nos problemas neurodinâmicos, com o objetivo final que o terapeuta compreenda e possa praticar esteassunto excitante de maneira mais eficaz. Um dos aspectos-chave é o trata­mento dos problemas neurodinâmicos associados ao sistema músculo-esquelético. Afinal, muitos problemas neurais têm suas causas no sistema músculo-esquelético e, infelizmente, no passado a ênfase dada foi sobre a mobilização apenas do sistema nervoso, à custa do tratamento integrado do sistema músculo-esquelético. As mobilizações neurais, particularmente os estiramentos, têm sido, às vezes, o esteio do tratamento, ao passo que deveriam ser aplicadas de uma forma dirigida a como o corpo realmente se move, isto é, em um modelo integrado que inclui a dinâmica relativa entre o sistema neural e o músculo-esquelético.
             Por muito tempo, os termos ‘tensão neural’, ‘estiramento neural’ e ‘provocação neural’ foram dominantes e, ainda que este cenário esteja melhorando, muitas mudanças ainda são necessárias. Um dos princípios-chave na mobilização neural, é que a mecânica e a fisiologia devem estar instrínsecas na mente do clínico para que decisões efetivas e seguras possam ser tomadas.
           A neurodinâmica clínica é para os clínicos que lidam com distúrbios músculo-esqueléticos apresentando mecanismos de dor neurogênica periférica, incluindo aqueles das raízes nervosas e dos nervos periféricos. Entretanto, o clínico deverá estabelecer natural e responsavelmente que a técnica é adequada para tratar de pacientes com alteração da mobilidade neural antes de fazê-lo.


Referências

BeasleyA 1982 The origin of orthopaedics. Journal of the Royal Society of Medicine 75:648-655, cited by Dyck P 1984 The lumbar nerve root: enigmatic eponyms. Spine 9(1): 3-5

Bennett G 1997 Neuropathic pain: an overview. In: Borsook D (ed), Molecular Neurobiology of Pain, Progress in Pain Research and Management, vol 9. IASP Press, Seattle: 109-113

Bragard K 1929 Die Nervendehnung als diagnostisches Prinzip ergipt eine Reihe neuer Nervenphanomene.Munchener Medizinische Wochenschrift 48(29): 1999-2000

Breig A 1960 Biomechanics of the Central Nervous  System. Almqvist and Wiksell, Stockholm

Breig A 1978 Adverse Mechanical Tension in the Central Nervous System. Almqvist and Wiksell, Stockholm

Butler D 1991 Mobilisation of the Nervous System. Churchill Livingstone, Melbourne

Dyck P 1984 Lumbar nerve root: the enigmatic eponyms. Spine 9(1): 3-5

Elvey 1979 Brachial plexus tension tests and the patholoanatomical origin of arm pain. In: Idczak R (ed) Aspects of Manipulative Therapy. Lincoln Institue of Health Sciences, Melbourne: 105-110

Grieve G 1970 Sciatica and the straight-leg raising test in manipulative treatment. Physiotherapy 56: 337-346

Shacklock M 1995a Neurodynamics. Physiotherapy 81: 9-16

Shacklock M 1995b Clinical application of neurodynamics. In: Shacklock M (ed) Moving in onPain, Butterworth-Heinemann, Sydney: 123-131

Sunderland S 1978 Nerves and Nerve Injuries. Churchill Livingstone, Edinburgh

Sunderland S 1991 Nerves Injuries and Their Repair: A Critical Appraisal. Churchill Livingstone, Edinburgh

Von Lanz T, Wachsmuth W 1959 Praktische Anatomie.
Ein lehr und Hilfsbuch der Anatomischen
Grundlagen Artzlichen Handelns. Springer-Verlag,
Berlin

terça-feira, 21 de agosto de 2012

DOR MUSCULAR DE ORIGEM DESCONHECIDA PODE SER PONTO GATILHO


DOR MUSCULAR DE ORIGEM DESCONHECIDA PODE SER PONTO GATILHO
24/07/12
Especialista do Instituto da Cabeça da Unifesp explica como combater esse problema de difícil diagnóstico
Quem já não sentiu, em momentos de maior tensão, seus músculos das costas, pescoço e face ficarem tensos e doloridos? Essa tensão pode se manifestar como uma dor persistente, que se localizada na cabeça freqüentemente é confundida com enxaqueca, também pode ser sintoma de uma disfunção temporomandibular (DTM) muscular por ponto-gatilho.

Pouco conhecido, esse mecanismo de dor é caracterizado pela presença de áreas de tensão nos músculos do sistema da mastigação chamados de pontos-gatilho, que provocam dor à distância. Sem um diagnóstico rápido e preciso, a doença pode tornar-se crônica, aumentando a freqüência da dor e levando o paciente a inúmeros e frustrantes tratamentos.

De acordo com o professor e pesquisador Antônio Sérgio Guimarães, responsável pela equipe do Ambulatório de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial do Instituto da Cabeça, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a dificuldade em diagnosticar a DTM muscular por ponto-gatilho ocorre porque, de modo geral, o paciente se queixa de dor num local distante da origem da mesma. O paciente relata a queixa de dor na lateral direita da cabeça, por exemplo, e quando é examinado, nada é encontrado nessa área que possa gerar essa mesma dor. "Porém ao se pressionar uma área distante e tensa de um músculo na face, a dor pela qual o paciente reclama é provocada", explica.

Pontos-gatilho: mecanismos geradores

Normalmente, os mecanismos geradores desses pontos-gatilho estão associados à realização de movimentos repetitivos com a boca, tais como mascar chiclete, roer as unhas, bruxismo, alguma postura errada ao dormir ou trabalhar. "As instabilidades oclusais também parecem estar relacionadas à geração dessas áreas de tensão na musculatura da mastigação", complementa.

Uma vez diagnosticada a DTM muscular por ponto-gatilho por meio de um exame clínico de palpação dos músculos de mastigação, a interrupção da dor é alcançada com a eliminação do ponto-gatilho, mediante a manipulação da área de tensão, com resfriamento e alongamento dos músculos, e calor ao final de cada sessão. Exercícios realizados pelo paciente em casa também são indicados.

Outros tipos de tratamento podem ser utilizados nesses casos, como manipulação e aplicação de aparelhos eletrônicos ou agulhamento seco desses pontos.

De acordo com o especialista, mais de 50% dos pacientes que procuram o Ambulatório de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial da Unifesp sofrem com a DTM muscular gerada por ponto-gatilho.
Fonte: Vya Estelar

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Bandagem Funcional em Campinas - kinesio tap


Curso Teórico e Prático de Bandagem Funcional
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Há muito tempo o ser humano vem usando esse recurso como forma preventiva e de tratamento, podemos encontrar indícios disso em antigas escrituras gregas e até em pinturas egípcias. Apenas no inicio da década de 70 é que esse recurso foi estudado e organizado cientificamente e os materiais utilizados tiveram um grande salto tecnológico em meados dos anos 80.

Utilizando faixas, esparadrapos, e outros materiais é possível realizar imobilizações muito especificas para cada articulação, mantendo sempre em funcionamento as amplitudes de movimento fisiológicas não patológicas. Com isso é possível potencializar a recuperação de diversas patologias, e proteger o paciente para a realização de exercícios de maior impacto.

Trata-se um procedimento rápido, simples e muito eficiente que você pode desenvolver com material barato, disponível na maioria dos serviços de saúde e que muitos profissionais da área de saúde deveriam dominar.

bandagem funcional restritiva (Sport Taping) serve para preservar os movimentos de uma articulação lesionada e inibir os movimentos causadores de dor e piora, evitando os métodos tradicionais e ultrapassados (como o gesso, por exemplo). Pode ser realizada em qualquer local do corpo, em pouco tempo e sem tirar o movimento e a função do paciente, ou seja, sem perder força muscular, alongamento e rendimento (no caso de atletas).

A bandagem compressiva vai complementar uma drenagem manual ou mecânica e ainda vai conter o edema por todo o tempo que o paciente a utilizar. Pode ser usada também para conter edemas traumáticos junto com crioterapia evitando ou reduzindo o uso de antiinflamatórios, e diminuindo o tempo de recuperação e a dor. 

E finalmente as bandagens proprioceptivas (Kinesio TapingMcConnell)corrigem desvios posturais e alterações de gravidade, previnem dores e são bastante utilizadas em atletas, gestantes e idosos podendo ser associada à R.P.G. e ao Pilates, potencializando o tratamento.

Este curso tem embasamento teórico, mas é 80% prático. É voltado para fisioterapeutas, educadores físicos e enfermeiros. As bandagens serão realizadas por todos os alunos e todos sairão aptos a realizar todas elas em seus pacientes e alunos.

Disponibilizaremos todo o material necessário, apostila e material de apoio com fotos das principais técnicas. Os alunos poderão participar dos nossos encontros de atualizações e dúvidas gratuitamente.
 
“Realizar uma bandagem é manter em seus limites fisiológicos as funções de uma articulação, limitando as amplitudes máximas, para conservar somente o movimento útil de uma zona indolor.”


Objetivo
O curso consiste em introduzir o aluno aos conceitos de bandagem, e ensiná-lo na prática como realizar as principais técnicas de contenção, tratamentos de edemas e bandagens proprioceptivas.

Conteúdo
- Histórico
- Definição das bandagens
- Princípios básicos e generalidades
- Tipos e materiais utilizados
- Objetivos de uso 
- Indicações e contra-indicações
- Práticas das técnicas de imobilização com o uso debandagens funcionai (Sport Taping)
- Práticas das técnicas de Bandagens compressivas para edemas
- Prática de técnicas de Bandagens proprioceptivas.  e McConnell)

 

Vatagens desse curso!!!

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