quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Pilates no combate da depressão

Autora: Aline Teixeira - Instrutora de Pilates

Autoestima baixa, desânimo e tristeza podem ser alguns sinais que a depressão apresenta.
Geralmente as atividades do dia-a-dia também são afetadas, como sono, alimentação e trabalho. As rotinas podem se tornar cansativas ao extremo, o que dificulta os cuidados pessoais, prejudicando a interação com outras pessoas.
As emoções influenciam no corpo e até na postura, sendo esta normalmente prejudicada no caso da depressão.  Aparentando uma postura encolhida, tendendo a se fechar dentro do próprio corpo.  A cabeça é transferida para frente, os ombros retraídos e a coluna torácica torna-se cifótica.
O autor John J. Ratey, em seu livro "Corpo ativo, mente desperta - Como o exercício melhora o desempenho do cérebro", acredita que o exercício físico melhora as conexões do cérebro e regula todas as substâncias químicas que permitem a transmissão do impulso nervoso de um neurônio paraa outro, reestabelecendo o equilíbrio cerebral como um todo.
O exercício físico traz saúde não só para o corpo, mas também para a mente. O Pilates, por sua vez, trabalha a postura patológica e proporciona uma melhor conecção entre o corpo e a mente, fazendo com que o corpo libere uma substância chamada Endorfina, que proporciona uma sensação de bem estar e prazer.
Para Joseph Pilates, o criador do método, o contato com o sol, a prática de exercícios ao ar livre, com o mínimo possível de roupas, era fundamental para que se adquirisse boa saúde física e mental.

Através desse processo o Pilates diminui o estresse, aumenta a disposição e melhora autoestima, auxiliando ao retorno de uma boa qualidade de vida, combatendo não só a depressão como também outras patologias mentais.

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